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Mesmo sem o craque Riquelme,
argentinos estão confiantes no título
Time argentino estréia hoje, às 8h30, contra o Etoile du Sahel, pelas semifinais do Mundial O Boca Juniors fará hoje, às 8h30 (de Brasília), sua estréia no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. O time argentino, campeão da Libertadores, encara a zebra do torneio até o momento: os tunisianos do Etoile du Sahel, que surpreenderam ao bater na estréia o Pachuca, do México. Apesar de ter recém-contratado o craque Riquelme, ícone da campanha vencedora da Libertadores, o Boca não poderá contar com o apoiador no gramado do Estádio Nacional de Tóquio. Isto porque o clube não o inscreveu na lista prévia de 30 atletas, mandada com antecedência à Fifa. Melhor para o campeão africano, que tem um problema a menos para se preocupar. É verdade que Riquelme foi peça-chave no primeiro semestre, mas seus companheiros também foram. Tenho plena confiança neles. O Boca tem uma história incrível, e estamos aqui para reafirmá-la diz o técnico Miguel Angel Russo. Apesar das palavras otimistas do técnico Russo, a realidade do Boca sem Riquelme não foi das mais animadoras. No segundo semestre, quando ficou sem o apoiador, que havia voltado ao Villarreal, o Boca foi eliminado da Copa Sul-Americana pelo São Paulo e conseguiu apenas o quarto lugar no Torneio Apertura Argentino. No lado tunisiano, a maior vantagem é o fato de o time entrar como franco-atirador. O técnico Bertrand Marchand sabe que terá muito mais dificuldades do que teve no jogo de estréia. Amanhã será a vez do Milan estrear nas semifinais do Mundial, contra o Urawa Red Diamonds, do Japão, também às 8h30.