A médica afirma que a prevenção é o principal benefício dessa lei, já que depois que a doença está instalada, o tratamento se torna muito mais difícil, aumentando o risco para os pacientes. Ela cita que todos os anos, de três a quatro casos de cardiopatias congênitas aparecem em seu consultório. Marlene afirma, porém, que já no pré-natal é possível identificar problemas no funcionamento do coração do bebê por meio da ultrassonografia. Mas com esse novo exame, realizado após o nascimento, a probabilidade de se identificar a patologia é maior, favorecendo o seu diagnóstico. Além do que, nem todos os médicos solicitam a realização de ecocardiograma fetal nas gestantes.
A pediatra diz que principalmente nos casos em que seja indicada cirurgia, quanto antes for realizado o procedimento, melhor é a recuperação. "Essa lei certamente vai ajudar a salvar muitas crianças", comenta. (R.S.)
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