A multidão de romeiros atraiu, como em todos os anos, dezenas de barracas e vendedores ambulantes que ofereciam todo tipo de produto ao público presente no evento religioso.
Frutas, refrigerantes, água e salgadinhos podiam ser adquiridos em vários pontos do trajeto da procissão. Os próprios moradores abriram suas portas para ganhar algum dinheiro, oferecendo - por R$ 2 - banheiro limpo para quem não quisesse usar um dos sanitários químicos disponibilizados pela prefeitura ao longo do trajeto ou em pontos estratégicos do bairro.
Um cafezinho quente e fresco também podia ser adquirido por R$ 1 na porta das casas, assim como mexericas frescas que saiam também por R$ 1.
Além disso, todo tipo de imagem de Nossa Senhora Aparecida, terços em madeira, em plástico ou em contas, fitinhas coloridas e flores também estavam à venda, ou nas barraquinhas regularizadas pela Urbes ou nas mãos de quem preferiu a informalidade para complementar renda, andando entre os peregrinos, apesar da presença de diversos carros de fiscalização e de agentes da Urbes espalhados pelas ruas do bairro.
Muitos também levaram de casa o lanche que foi dividido entre conhecidos e até desconhecidos que - com o mesmo objetivo - caminhavam na manhã de domingo rumo à Aparecidinha.
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