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CARNAVAL CHEGA AO FIM - [ 25/02 ]

Bloco do Cocó encerra a festa do sorocabano

Leandro Nogueira
Notícia publicada na edição de 25/02/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 7 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
 
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  • Fábio Rogério Bloco, que neste ano completa dez anos, arrastou centenas de pessoas pelas ruas do Vergueiro

Milhares de foliões, a maioria jovens, se divertiram atrás do Bloco do Cocó na terça-feira, último dia de Carnaval. Na frente de todo o bloco foi um casal de crianças distribuindo flores, um casal em um veículo Puma e outro em um Ford, modelo bigode, ano 1929. As crianças representam o sonho, o casal do primeiro veículo representam beijos e do último, o amor, explicou o presidente e idealizador do bloco, Benedito Carlos Pascoal B. Carlos, mais conhecido por Bê Carlos.

O bloco completou neste Carnaval, dez anos de existência. E, como ocorre desde a primeira vez, lá estavam as mulheres internas do Hospital Mental, garantindo a tradição da festa. A concentração começou em frente à Lanchonete Vergueiro, mais conhecida por Bar do Cocó. Por volta das 19h30 saiu em direção à praça Shaar Haneguev, no final da avenida Barão de Tatuí. O gerente-geral do bloco, Pedro Canelas, previa que a festa fosse até pouco mais das 23h, já que neste horário o trio elétrico ofertado pela Prefeitura deixaria o local. Os líderes do bloco preferiram não arriscar a falar em quantidade de público presente. Nosso objetivo não é número de pessoas, mas garantir a alegria de todos que participam, disse Canelas.

Casa do Cocó

Para realizar a meta de construir uma entidade que ensine música às crianças, o Bloco do Cocó passará a promover eventos a partir do mês de abril. De acordo com o presidente Bê Carlos, ainda não é possível prever quando esse projeto, chamado de Casa do Cocó, estará funcionando. É que ainda será preciso adquirir um terreno e levantar uma sede.

Entre os eventos, Bê Carlos imagina a promoção de shows musicais e jantares. Mas também conta com a sensibilidade de empresários de Sorocaba. Precisamos de empresários que acreditem que a música tem que ser democratizada para as crianças de menor poder aquisitivo, disse ele.

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